quarta-feira, 26 de julho de 2017

A ontologia da pedra em Manoel de Barros

    O doutorando Rubens Aquino de Oliveira faz hoje, 27 de julho, com início às 14h, no PPG-Letras / Estudos Literários da UFMS, na Unidade 1 do Câmpus de Três Lagoas, a qualificação do seu relatório da pesquisa, intitulado Metáforas da Pedra: das Palavras às Pré-Coisas em Manoel de Barros.

     Presidirá a banca a orientadora, Profa. Dra. Kelcilene Grácia-Rodrigues, e serão os avaliadores os Profs. Drs. Marcelo Marcelo Marinho (UNILA) e Rauer Ribeiro Rodrigues (CPAN / UFMS).

     Rubens parte da constatação de que "os grandes poetas do mundo cravam na rocha sua lírica, suas imagens mais contundentes" e analisa mais de uma centena de versos da obra de Manoel de Barros que tem a pedra como elemento discursivo, seja como invocação, seja como menção, seja como imagem na construção metafórica.

      Tendo como pano de fundo a intertextua-lidade com Homero, Dante, Camões e outros poetas, Rubens argumenta que Barros faz da pedra persona poética, referência temporal e referência espacial, signo de alteridade e, por fim, como se fora - talvez - um paradoxo, ontologia do eu lírico do poeta do Pantanal.

domingo, 9 de julho de 2017

Um estudo sobre a metáfora em Manoel de Barros

TranscUlturAl, vol. 9.1 (2017), 105-122.

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Photographed Metaphors:Meaning, Reference, and Translation in Manoel de Barros

 Axel Pérez Trujillo Diniz
University of Alberta, Edmonton

In a brief letter written in May of 2011, Brazilian poet Manoel de Barros (1916-2014) conveyedhis interest in collaborating with photographer Adriana Lafer on a book that would “express my verbal sketches; — with your images” (Arquitetura 48). Barros’s careful choice of words iscompelling, for he prefers to write “express” instead of “transform” or “translate” in his correspondence with Lafer. The shift in the medium of expression, from words to images,suggests an engagement between writer and photographer that places language at the heart oftheir collaborative book titled Arquitetura do silêncio (2015). To “express”  is to convey almost without mediation, as a transparent lens that allows light to penetrate, only then to slightly refractthe image. It is a playful tension between transparency and refraction, just as in the cover of theirbook — a photograph of what looks like a window, in which the condensation of water is infocus, displaying how light refracts into infinitesimal drops of green. In this article, I will arguethat Barros’ initial choice of words in describing his desire to work closely with Lafer reveals hisludic challenge of meaning and reference in language. In Arquitetura, Barros and Lafer displaythrough words and photographs a mode of gazing that transfigures the world, focusing on theabandoned sites that surround us: “O olho vê, a lembrança revê, e a imaginação transvê. É preciso transver o mundo” (“The eye sees, memory re-sees, and imagination trans-sees. It isnecessary to trans-see the world”) (Arquitetura 4). 

[Continua].

Disponível em: 
https://www.academia.edu/33612493/Photographed_Metaphors_Meaning_Reference_and_Translation_in_Manoel_de_Barros

sábado, 8 de julho de 2017

GPLV faz reunião dia 29


Ficam convocados os integrantes do Grupo de Pesquisa Literatura e Vida, GPLV, e convidados os demais interessados, para reunião do GPLV no dia 29 de julho, sábado, no Câmpus 1 da UFMS de Três Lagoas, das 8:30h às 11h30, para discutirem e deliberarem sobre a seguinte pauta: 

1. Informes; 
2. 9º Seminário do GPLV, a ser realizado no Câmpus 1 da UFMS de Três Lagoas nos dias 25, 26 e 27 de outubro de 2017;
3. Seminário Escrita Feminina, a ser realizado no CPAN, em Corumbá, nos dias 5, 6 e 7 de outubro.
4. Debate: Literatura e Ciência nas crônicas de Marcelo R. L. Oliveira.
5. Eventos e publicações no 2º semestre de 2017.


Três Lagoas, 06 de julho de 2017.
Rauer Ribeiro Rodrigues/Líder do GPLV
Eunice Prudenciano de Souza/Co-Líder do GPLV